terça-feira, 3 de março de 2009

Lança teu pão

Nosso desejo é deixar tudo nas mãos de Deus. Mas quando Ele já fez tudo o que devia vem o desafio: “LANÇA o teu pão sobre as águas, porque depois de muitos dias o acharás” (Eclesiastes 11:1). É quando Ele mostra que agora tudo depende de uma atitude de fé, para tomar posse do que Ele já conquistou e liberou para nós.

Lançar é uma ação, é uma atitude. O melhor de Deus é para mim, é para os filhos de Abraão. “E te farei frutificar grandissimamente, e de ti farei nações, e reis sairão de ti” (Gn 17:6). É preciso lançar o pão e acreditar que a nossa descendência será incontável, como areia, como estrelas do céu; incontáveis. São as multidões; multiplicação.

Nossa ação hoje é crer, lembrando que a terra da nossa peregrinação é prometida para nós. É essa, justamente essa, aquela a qual nos é indicada e prometida em perpétua possessão (Gn 17:8). Abraão se dispôs como um canal de bênção para a família e para a humanidade. A partir dele é iniciada a esperança para a humanidade através da marca de que nascemos para vencer.

O Senhor diz que seremos fecundos extraordinariamente. Diz que seremos multiplicadores, pois é direito nosso. “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas” (Jo 14:12).

Nem sempre estamos preocupados em lançar o pão, que é a Palavra. “Então o levou fora, e disse: Olha agora para os céus, e conta as estrelas, se as podes contar. E disse-lhe: Assim será a tua descendência” (Gn 15:5). Isso não é letra, é promessa. Abraão creu e isso lhe foi imputado por justiça. As mesmas promessas continuam se cumprindo em nossas vidas. Existe um eco liberado em nossa vida por Abraão, pois nas promessas feitas a ele, Deus nos incluiu em todas.

No entanto a glória não pode vir sem fé e submissão. Deus promete chuva que choverá em todas as áreas possíveis. É possível colher todos os dias. Se o pão é a Palavra as águas são os povos. É preciso obedecer a voz Dele sem endurecer o coração.

“Porque, quando Deus fez a promessa a Abraão, como não tinha outro maior por quem jurasse, jurou por si mesmo, dizendo: Certamente, abençoando te abençoarei, e multiplicando te multiplicarei” (Hb 6:13-14).

Um juramento encerra uma contenda, a partir do momento em que algo é empenhado. Foi assim que Deus fez, para mostrar aos herdeiros que é imutável em seus propósitos e se interpôs como juramento, pois não pode mentir. Juramento é algo típico da situação do homem. Mesmo assim o Senhor desceu ao nível da fragilidade humana para que Sua palavra fosse garantida.

Nossa alma deve estar segura e ancorada na esperança, que é o pão da vida, Jesus. O Senhor nos chama para um tempo de colher o melhor, que já está a disposição. Nossa tarefa é internalizar a Palavra e estar ancorados, firmados em Deus pela oração. Faça uma aliança com o Espírito Santo para viver a plenitude Dele. Somos filhos da promessa e não da escravidão, não da carne (Gl 4:23)

O Senhor liberou um decreto de bênção em nossas vidas. Não duvides, tenha atitude e lança teu pão.

E SERÁ que, se ouvires a voz do SENHOR teu Deus, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que eu hoje te ordeno, o SENHOR teu Deus te exaltará sobre todas as nações da terra. E todas estas bênçãos virão sobre ti e te alcançarão, quando ouvires a voz do SENHOR teu Deus” (Dt 28:1-2).

*Glórias a Deus pelo seminário abençoado com o Bispo Valdemir, de Marabá para a Casa do Pão.

Site MANT Belém

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