sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Há esperança para a árvore

Nós somos como árvores, feitas para crescer e frutificar. Árvores que estão sujeitas a serem constantemente machucadas, perdendo aos poucos a esperança, a vida.

Mas existem garantias para a árvore. O próprio Jesus disse: "Não esmagará a cana quebrada..” (Mt 12:20). A árvore é cada um de nós, que temos alma. Sendo assim, alma machucada Deus não machuca mais.

Jesus não apedrejou a mulher flagrada em adultério. Os homens queriam por em prática a punição da lei de Moisés, que previa o apedrejamento. Eles só enxergavam uma adúltera diante deles, mas o Senhor enxergava além e conhecia o estado de alma daquela mulher. Ela já estava mais do que machucada e ciente de seu erro. E Deus não esmaga a cana quebrada.

Ele também não preparou um discurso pesado contra Pedro, que o negou três vezes antes da crucificação. Ele poderia lançar palavras duras e o rejeitar pela atitude de falsidade. Pelo contrário, Jesus perguntou se Pedro o amava, três vezes, deixando até constrangido. Ele não esmagaria a cana quebrada.

Não esmaga alma quebrada – o que Ele quer é curá-la.

“A cana trilhada não quebrará, nem apagará o pavio que fumega; com verdade trará justiça” (Is 42:3).

Há esperança:

“Porque há esperança para a árvore que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e o seu tronco morrer no pó, ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como uma planta” (Jó 14:7-9).

Há esperança mesmo se formos feridos. Mesmo quando a árvore está morrendo, sem folhas, com o tronco machucado. Nós somos a árvore e a água é o Espírito Santo. Aquele que se preocupa em recuperar o nosso espírito é o mesmo que cura a alma.

É por isso que podemos declarar convictos: “Minha alma, hoje, ao cheiro das águas brotará”. O projeto para toda árvore e ser frutífera, produzindo frutos que permanecem. Quando somos curados somos livres.


“Porque derramarei água sobre o sedento, e rios sobre a terra seca; derramarei o meu Espírito sobre a tua posteridade, e a minha bênção sobre os teus descendentes. E brotarão como a erva, como salgueiros junto aos ribeiros das águas” (Is 44:3-4).
Site MANT Belém

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