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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Crônica - Belém, terra de colheita

Na terça-feira eu peguei o ônibus errado. À noite, em plena chuva, eu consegui pegar o ônibus errado para voltar pra casa. Me sinto envergonhada sempre que apronto uma dessas. “Há um propósito para essa mancada, Pai?”.

Ele nem precisou responder, pois aquele desleixo era um sintoma das ideias confusas que estavam se acumulando. São aqueles dias de submersão a-lá Pedro. Apesar da sombrinha eu já estava encharcada, sem palavras pra pedir perdão pela pouca fé. Um alívio: eu peguei o ônibus errado, mas ainda estava em Belém.

Mesmo sendo pequena é possível se atrapalhar com as ruas da cidade. Sempre ando olhando as calçadas. Ainda na infância, passeando pelo bairro da minha vida, Batista Campos, eu sentia um amor intenso pela cidade. Às vezes tinha a impressão de conhecer cada pedacinho de calçada de Belém. Sentia-me meio que orgulhosa por conhecer, mesmo que de relance, cada casa, em cada rua dos bairros em que passava. Certa vez, dobrando a Conselheiro com a Apinagés, eu senti claramente uma convicção, e disse a mim mesma que não havia nascido por acaso nessa cidade – eu havia sido feita para ela.

Tanta gente planejava se formar e sair daqui. Na contramão eu era grata a Deus, por Belém ser do jeitinho que é (mesmo sem poder dizer o que atraía). Naquela empolgação eu ainda me achava a pessoa mais apaixonada por Belém. Até ensaiei em pensamento uma resposta aos que debochassem da minha escolha: “eu fui feita pra Belém”. Parece até aquele refrão: “não vou sair, melhor você voltar pra cá, não vou deixar esse lugar, pois quando eu tava me arrumando pra ir, bati com os olhos no luar, a lua foi bater no mar e eu fui que fui ficando”.

Belém. Hoje eu sei que Deus me quer aqui. Pesquisando sobre a capital paraense tento fazer um raio-x da cidade, que, segundo nosso projeto de vida, será palco para o ano de plenitude do Espírito Santo. É um ano de colheita. Se parece pouco colher numa cidade com 1,424 milhão de habitantes (fora a população flutuante da região metropolitana) basta pensar que um dia Belém se resumia a cerca de quinhentos habitantes.

Era assim em 1616 no núcleo chamado Forte do Presépio, construído em estrutura de madeira e coberto com palha. As ruas de Belém surgiram ao redor da praça d’armas dos soldados. A primeira foi a Rua do Norte (atual Siqueira Mendes) seguida das paralelas Rua do Espírito Santo (Dr. Assis) e Rua dos Cavaleiros (Dr. Malcher). De lá pra cá muitas ruas e muitas mangueiras.

Hoje é possível até se perder na cidade, principalmente para os que não nasceram aqui. Quando os missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren, pioneiros do movimento pentecostal no Brasil, receberam direção de Deus para vir para Belém, precisaram consultar o mapa para descobrir onde era o Pará. Nem o dinheiro das passagens eles tinham, mas cada milagre foi providenciado para que tudo fosse conforme a vontade do Pai. Também não sabiam falar português, mas o certo é que deu certo. E tudo começou ali, na Siqueira Mendes, 79, Cidade Velha, como semente para o avivamento em terras brasileiras.

Na abençoada ministração de quarta-feira, na Rede de Mulheres, a pastora falava sobre o tempo de colheita. “Fomos plantadas na terra da colheita”, ouviu de Deus. Em seguida pediu para que as pessoas que não haviam nascido na cidade ficassem de pé. Na hora, achei que seria mais fácil eu, e outras gatas pingadas, nos levantarmos. “Eu nasci aqui”, pensei. Os outros foram atraídos, pois é tempo de colheita.

“Colher o que afinal?”, poderíamos perguntar. Um dos momentos mais especiais dos últimos tempos foi conhecer o Carlos Cancela, autor de Casa do Pão. Tudo pela necessidade de saber o que Deus havia falado a ele ao escrever aquela canção. Se Belém é uma cidade de adoração está na hora da colheita dos verdadeiros adoradores. “Mas de que árvore nasce adoradores? Primeiro tem que semear!” Isso já foi feito. Imagine quantas foram lançadas somente através da vida de Daniel Berg, que chegou aqui quase um século atrás! Já dá pra colher; é hora de colher.

Às vezes caímos no erro de pensar que alguns são separados especialmente, mantendo a exclusividade para fazer as “obras maiores”, anunciadas por Jesus (Jo 14:12). Nessa madrugada aprendi que antes mesmo de começarmos a caminhada, de termos despertado para o chamado, Deus já investiu em nós.

Ele não deixou nenhum escolhido de fora. Havia dez virgens; que somente mais tarde se distinguiram entre néscias e prudentes, mas o fato é que todas tinham lâmpadas (Mt 25:1). “Quantos talentos Deus investiu em mim?”, questionamos. Queremos saber nossa cotação no mercado, sem entender que o Senhor já nos confiou os Seus bens, de acordo com nossa capacidade (Mt 25:14). Cinco, dois, um talento. Tanto faz, pois um talento é muito; e não é de qualquer investidor. De repente eu recebi um talento, pra devolver o dobro. De repente recebi cinco, e não posso devolver apenas dois.

Não é de hoje que Belém atrai, por diferentes motivos, culturais, econômicos, etc. Ela continuará atraindo, também pela unção. Os escolhidos continuarão plantados aqui, criando raízes, junto com as “mudas” que chegaram depois. Tudo até que possamos entender que Ele já semeou e devemos correr para o campo. Que seja o último dia em que apanhamos o ônibus errado, para não ficar apenas dando voltas. Continuaremos em Belém, para a colheita.

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segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

Belém dos que te amam

“Os estados do norte estão conosco e nos seguem” (Lema de Belém)

“E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade” (Mq 5:2)


Belém nasceu como um pedaço de terra, banhado pelas águas do Rio Guamá, com localização estratégica como porta de entrada no Norte do país. Ocupada inicialmente pelos índios Tupinambás o estabelecimento do primitivo núcleo do município remonta ao contexto da conquista da foz do rio Amazonas, à época da Dinastia Filipina, por forças luso-espanholas sob o comando do capitão Francisco Caldeira de Castelo Branco.

A fundação veio em 12 de janeiro de 1616, com a edificação do Forte do Presépio. Foi uma terra de muitos nomes: Feliz Lusitânia, Santa Maria do Grão Pará, Santa Maria de Belém do Grão Pará e, finalmente, Belém.

Pequena, no entanto bela e fértil, como ficou marcado no brasão da cidade, que foi elaborado na época da colonização, inicialmente para exaltar os desbravadores portugueses nessa terra. Entre os significados aceitos atualmente para o escudo estão três faixas com inscrições em latim:

Na primeira lemos “Vereat (ou Ver est) Aeternum - Tutius Latente”, que significa “Eterna Primavera/Escondida é mais segura”. Faz alusão ao rio Amazonas e ao rio Tocantins que, sendo os rios que se encontram tanto ao oeste quanto ao leste do estado do Pará, escondem suas inúmeras belezas aos olhos dos exploradores.

Na faixa seguinte temos “Rectionr cum retrogradus”, que quer dizer“ É mais reta se olharmos o passado”. Essa frase faz alusão ao dia da chegada e estabelecimento de Francisco Caldeira Castelo Branco ao local onde fundaria a cidade de Belém. O momento da fundação foi precedido por uma bela aurora.

Na terceira está “Nequaquam mínima est”, que traduzida significa “De modo algum és a menor”. Significa que o nome dado por Castelo Branco à cidade seria consagrado eternamente entre todas as conquistas portuguesas, assim como Belém da Judéia se eternizou entre os cristãos de todo o mundo.

O escudo também traz figuras de animais, flores, frutas, uma torre e um sol radiante, que, entre outros, revelam a fertilidade dos campos e as potencialidades naturais da região amazônica para a indústria e o comércio. Foi assim que a conhecida popularmente como “Cidade das Mangueiras” e “Cidade Morena” virou também a “Metrópole da Amazônia”, em área de 1.065 km², com mais de 1.424.000 habitantes.

Os homens deram nomes, apelidos e conceitos. Chegou a hora de ser conhecida como és verdadeiramente; que não empresta a toa o nome da cidade Efrata, área dos vales férteis chamado Campo dos Pastores. Não será mais aquela subestimada, como a cidadezinha onde nasceu Jesus, o Salvador, como disse a profecia. Chegou a hora de ser conhecida como a Casa do Pão (do Pão Vivo), como diz o Senhor, claramente, para esta geração. E que o rio do Senhor flua pelas ruas dessa cidade. Amém!

*Com informações do Wikipedia

No aniversário de Belém, que hoje completa 393 anos de fundação, lançamos o calendário da Casa do Pão. Para instalar clique na figura e salve no seu computador para configurá-la na tela.

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quinta-feira, 31 de julho de 2008

Da Guiana Francesa para Belém



Ontem foi dia de louvar junto com visitantes da Guiana Francesa. Nossos convidados são da comunidade indígena Palikour, na cidade de Macouria e estão em Belém pela primeira vez. Além de participar da comemoração do aniversário da Pra. Kênia os convidados tocaram e cantaram.

Em Macouria o grupo faz parte da Assembléia de Deus, sob direção do pastor Emílio Maurício. Alguns deles são integrantes do ministério de louvor “Apat Inugikyeneh”, que significa “Hino que vem do céu”. O álbum do grupo foi gravado esse ano com músicas em francês e no dialeto dos Palikour. Na Casa do Pão eles tocaram a faixa que significa “Quando Jesus Voltar”.

O motivo da viagem foi celebrar a lua-de-mel do casal José Norino e Nicole Yapara, que casaram em 12 de julho. Foi a chance de matar a curiosidade de estar em Belém, que conheciam apenas pela televisão. Mesmo assim a família aproveitou a oportunidade para vir junto. Encantados com os pontos turísticos da cidade eles continuam em Belém até o início de agosto.

Sobre os Palikour

Os Palikour, ou Palikur, vivem no Brasil e Guiana Francesa. Até o ano de 2000 eram cerca de 900 em terras brasileiras e 470 na Guiana Francesa na década de 80. A língua nativa é o Païkawaki, da família Aruak.

Quando se referem a si próprios, os Palikour são na verdade Pa’ikwené, “o povo do rio do meio”, em alusão à posição geográfica do rio Urukauá, que fica entre os rios Uaçaí e Curipi. Tanto para os Palikour que vivem no Brasil quanto para os da Guiana Francesa, o rio Urukauá é considerado sua terra de origem.

Atualmente, os Palikour têm aldeias nos dois países e mantêm constante trânsito entre a fronteira. A rede de relações intra-étnicas se sustenta pelos laços de parentesco, alianças matrimoniais e trocas comerciais, a despeito das diferenças econômicas, políticas e sociais entre os dois países.

Fonte: Enciclopédia dos Povos Indígenas
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quinta-feira, 26 de junho de 2008

Crônica - Graça nos pés, fé nos olhos

Como é bom olhar ao redor e sentir que você está em casa, na sua terra, seu lugar. É inevitável, perto das coisas com jeito e cheiro de lar, aquele sentimento de estar no melhor lugar do mundo. Tem aquela pracinha querida, a árvore do quintal sempre generosa em frutos, a garotada correndo atrás das pipas, os pássaros que visitam sua janela, a canção que o vizinho assovia pela manhã, os quitutes da avó no final de semana. São coisas que viram parte do que somos, nossa identidade.

Mas quando tudo parece imutável vem o decreto: “Sai-te da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, para a terra que eu te mostrarei”. Calma Pai, como assim? Queres que eu pegue uma muda de roupa, dê um pulo bem rápido lá e volte logo, não é? “Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura”, reforça o Senhor.

Não sei como seria deixar tudo para trás. Teria a minha Praça Batista Campos (meu pequeno mundo), minha Tamoios, meu aquário da Jinkings (que saudades), a casquinha de flocos nevado na Cairú, pupunha brilhando, manga amarelinha que se conquista correndo, bem-te-vis bem me vendo todas as manhãs. E se Ele me chamasse?

Ora! Esse texto nada mais é do que um pretexto para falar dos meus viajantes, que agora são minha família. A Casa do Pão é uma mistura de belenenses e paraenses, não de nascimento, mas de sentimento. O IBGE revelou o que muitos sabiam há tempos – que em algumas cidades do Pará encontramos tudo, menos paraenses. Para completar, os que são têm sotaques indefiníveis.

Às vezes me sinto estrangeira perto deles, ainda mais quando acham graça de expressões como “mas quando”, típica da capital. Engraçado mesmo é ver goiana tirando sarro do sotaque do maranhense, e eu só olhando, achando tudo lindo demais.

Amo demais minha cidade, Belém, em cada pedacinho das calçadas. Alguns diziam que era porque não tinha conhecido outros lugares. Mas desde criança sempre soube que nasci no lugar certo, apesar de ser um “ovo de codorna”, segundo a comunidade na internet.

Sem sair do lugar ganhei uma família, cheia de sotaques e histórias de vida. Nos olhos de cada um vejo um brilho de quem se apaixonou por esse lugar. Pergunto-me às vezes: “estariam eles pensando como está o tempo na cidade natal? Como estará fulana?” Mas o olhar deles só demonstra fé, de que esse lugar será transformado, afinal aqui também é a casa deles. Às vezes alguns dão um pulinho na terra natal, me deixando na saudade – o preço de ter sido mal acostumada. Fiquei até “titiazada” (existe isso?).

O fato é que os amo. Tenho muitos motivos para isso, mas um veio em primeiro lugar - amo quem ama minha cidade. Amo quem teve o coração transformado para derramar amor nessa terra. O Senhor disse para cada um: “Ide”, e eles vieram. Amo ainda mais, e imensamente, esse Deus que me deixou na minha terra, no lugar que tanto amo, para ganhar uma nova família. Nosso encontro era inevitável. É incrível o tamanho da minha bênção. Agora minha família é grande, e está crescendo. É a Casa do Pão que mora na Casa do Pão.

Pode até chegar o dia em que meu Pai determine: “Ide!”, mas saberei o que fazer, não seria desobediente. Por enquanto eu apenas agradeço por tudo o que Ele está fazendo. Obrigada pelas promessas para a minha Belém. Obrigada pela vida de cada um que anda com graça nos pés e fé nos olhos. Obrigada pela minha Casa do Pão.
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segunda-feira, 23 de junho de 2008

Assembléia de Deus - 97 anos de Pentecostes

O final de semana foi de festa na cidade. Foi também momento de grande comemoração pelos 97 anos da Assembléia de Deus com o tema “97 anos de Pentecostes na Paz do Senhor Jesus”. As comemorações aconteceram na tarde do último sábado (21) no estádio Mangueirão, com a expectativa de reunir cerca de 40 mil pessoas. Na programação da noite aconteceram apresentações de cantores gospel da terra, cultos com os pastores Samuel Câmara e Silas Malafaia e os cantores Nane Azevedo e Marcelo Nascimento.

Segundo o pastor Lucas Filho, a igreja começou com a vinda dos missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren, que aportaram em Belém e depois de um ano fundaram o primeiro templo na Avenida 9 de janeiro. “Hoje há o Templo Central na Travessa 14 de Março e a Assembléia de Deus já está em 200 países”, disse.

Na tarde de sábado chegaram caravanas dos estados de Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Bahia, Maranhão, Rio Grande do Norte e Amazonas. Foi grande a participação de fiéis de outras igrejas, como a vendedora Shirley Duarte, 35, que freqüenta a Universal mas gosta de acompanhar as programações da Assembléia de Deus. “Escutar a palavra é muito importante porque ao mesmo tempo o Espírito Santo fala através da pessoa que prega e a palavra de Deus é uma evangelização”.

O pastor Samuel Câmara, presidente da Assembléia de Deus, afirmou que a festa de 97 continua até hoje (23), com atividades em todas as praças de Belém. “Estamos a caminho do centenário com muita alegria e bastante animados. A Assembléia de Deus é uma igreja que nasceu em Belém e hoje é a maior igreja evangélica do mundo. Vamos celebrar com muita alegria. É isto que o povo de Deus está fazendo”, disse o pastor.

Fonte: Diário do Pará, texto de Eva Maués
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terça-feira, 10 de junho de 2008

Coisas da Terra


Se não dá para caminhar sobre as águas que tal pedalar? Nesse olhar lançado no mercado do Ver-o-Peso, às margens da Baía do Guajará em Belém, bem que deu vontade. Por alguns momentos chão, mar e terra pareciam uma só coisa. Com o vento batendo no rosto logo pela manhã era difícil definir que vontade era mais forte – voar, mergulhar ou pedalar. (Foto: Marta Cardoso)

*Participe dessa coluna mandando seu registro fotográfico que tenha uma história interessante através de um olhar diferente sobre nosso dia-a-dia. Mande o arquivo para casadopaobelem@gmail.com, para postarmos sua foto gratuitamente com os devidos créditos.
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segunda-feira, 9 de junho de 2008

Domingo na Praça com Jesus

Abraços, música, dança, teatro e oração animaram a manhã de ontem no “Domingo na Praça com Jesus”, que reuniu jovens, adultos e crianças na Praça da República, em evento promovido pela Igreja Batista Missionária da Amazônia (IBMA). Num gesto profético para abençoar Belém a praça foi abraçada por cerca de quinhentas pessoas. A proposta era fazer a diferença através de gestos simples como um abraço, colocando em prática o mandamento bíblico: ama o teu próximo como a ti mesmo.

Quem passeava pelo logradouro era surpreendido pela equipe do “Abraço Grátis”, que abordava as pessoas com um gesto de carinho. “É fantástico, ainda mais por ser um abraço ungido. Bom para aqueles que saíram de casa meio carentes”, disse o seguritário Deraci Magalhães.
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No palco os visitantes da praça assistiram apresentações de teatro, coreografias e shows musicais em ritmos variados que louvavam à Jesus. Os coretos da praça viraram locais para atividades de evangelismo, aconselhamento espiritual e oração. Já as crianças tiveram um espaço com teatro de fantoches, desenho e pintura. Nos sinais as equipes realizaram a atividade de sinalização de trânsito “Pare! Jesus te ama”.

Benção - O evento promovido pela rede de jovens nasceu da necessidade de tirar talentos como a dança, teatro e coral “das quatro paredes da igreja, trazendo para um lugar público e abençoar a cidade”, explica o pastor Marcelo Carvalho. Além da mensagem evangelística os integrantes também fizeram recolhimento de lixo na praça. Mais do que uma preocupação ambiental foi também uma forma de dizer “que Jesus pode limpar essa sociedade de males como as drogas, violência e prostituição”, afirma o pastor que lidera a rede de jovens junto com a pastora Andreza Carvalho.
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O evento chamou atenção de quem passava, apesar de acontecer num local onde vários eventos eram realizados ao mesmo tempo. Também ganhou destaque na mídia, o que não é pura bobagem. Aqueles pedaços de papel e aqueles minutos na TV são espaços de disputa de visibilidade, que muitas vezes dá existência às instituições e pessoas. É também o processo de uma coletânea, um registro do que a sociedade considerou importante naquele dia, mês, ano, década, século. Jesus não fica de fora pois também é um fato, gera notícias e acontecimentos.
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sexta-feira, 9 de maio de 2008

Uma conversa com...

Carlos Cancela, autor de Casa do Pão.

Pequena, simples e profética. É assim a letra de Casa do Pão, música que vem cativando multidões desde a gravação no DVD do Diante do Trono, na voz de Nívea Soares. A simplicidade da letra é emprestada da cidade homenageada, Belém do Pará, que é cantada como um “celeiro entre as nações”. Nada mais verdadeiro considerando a origem da palavra Belém (que em hebraico Bethlehem, significa casa do pão). Para a Igreja de Cristo Ministério Nova Terra em Belém, há uma história especial com essa canção, que foi a tradução perfeita do amor a este lugar e do desejo de alimentar.

Por isso na estréia da nossa sessão de entrevistas conversamos com o autor de Casa do Pão, que ajudou a nos batizar – o jovem Carlos Cancela, de 25 anos, que é ministro de louvor da Igreja Quadrangular em Belém. Nascido na capital paraense, Carlos, que é contador e bancário, faz do dia-a-dia uma tarefa de dedicação as obras de Deus.

Perfil - A trajetória no ministério de louvor começou aos 16 anos, na igreja Quadrangular, onde atualmente é pastor de jovens. Cancela trabalhou muito tempo na igreja em Belém, mas também desenvolveu atividades de missões no interior do Pará, no início da expansão da visão de adoração extravagante. Como referência havia o trabalho de ministérios como o de David Quilan, que começava a despontar e inspirou o Projeto Adoração no Pará. A idéia era fomentar o louvor com liberdade para expressar o amor e gratidão por Deus. Atualmente coordena parte de uma rede de células em Belém chamada Valentes de Davi, no bairro da Pedreira, junto com o Pr. Walter Oliveira. Apaixonado de longa data pela música o líder do ministério de louvor Obra Prima compõem, canta e toca violão - o companheiro de ministração.

Ele encara a música como um dom, que aflorou ainda mais após sua conversão “quando Deus começou a me dar músicas”, diz. Canções que amadureceram, segundo Cancela, conforme a maturidade pessoal e espiritual, o conhecimento da palavra e intimidade com o Espírito Santo. Muitas composições ficaram guardadas, enquanto aguardava a hora certa para fazer uma gravação com qualidade. Uma novidade é a gravação do álbum do Obra Prima, misturando estilos como Trazendo a Arca, Delirious? e Michael W. Smith. Também em breve vamos conferir um trabalho solo de Cancela.

Casa do Pão: Como era a sua relação com a cidade antes de Casa do Pão?
Carlos: Sempre olhei Belém com um olhar de expectativa a mais. Belém é uma cidade que historicamente tem um potencial muito grande, economicamente falando. A cidade tem muito pra crescer e principalmente espiritualmente falando. Porque se observarmos bem, com o olhar espiritual, vamos ver que Belém é uma cidade de adoração. O povo paraense é um povo muito apaixonado e eu fui impactado por uma palavra que Deus me deu dizendo assim, que me fez entender essa palavra e observar essa realidade - que Belém é uma cidade de adoração. Só que temos muitos falsos adoradores. Pessoas que estão adorando outros deuses, pessoas que são apaixonadas por tantas e tantas coisas, por “aparelhagens”, por idolatria e estão colocando a sua fé, a sua adoração, a sua atenção num deus que não é Deus. E Deus me fez pensar o seguinte: você já pensou se essas pessoas se tornarem verdadeiros adoradores, o que vai acontecer em Belém? E a gente observa que Belém, o próprio nome já fala “casa do pão” e o Pará também é um lugar de grandes águas. Então a gente acredita que existe um propósito em tudo que Deus faz. Se Deus permitiu que Belém fosse Belém é porque Deus quer realmente fazer da cidade um celeiro de pastores, um celeiro de bênçãos para o mundo, para as nações, para o Brasil.

Casa do Pão: Como nasceu a letra de Casa do Pão?
Carlos:
Casa do Pão nasceu depois de um congresso em que eu fui a Goiânia, no início do ministério, do primeiro CD do David Quilan, em 2001. Estava lá na igreja Luz Para os Povos, que é uma igreja muito abençoada em Goiânia. E eu voltei de lá muito impactado porque foi um momento de adoração muito intenso, foi um evento assim, fortíssimo, foi um evento internacional inclusive e quando eu cheguei na estrada, vindo pra Belém, Deus começou a falar comigo e depois de um tempo Deus me deu a música, Casa do Pão. E Deus me fez escrever ali uma letra pequena, mas de um fundo profético muito grande. E essa era a intenção de Deus, que é levantar pessoas na cidade de Belém, uma cidade que é esquecida no Brasil, mas que as pessoas estão começando a olhar pra cá, pois realmente existe um avivamento, que Deus vai gerar, vai levantar esse avivamento em Belém. E Deus está levantando pessoas, e eu oro para que Ele levante cada vez mais pessoas, pra proclamarem o nome Dele, pra ganharem almas, porque esse é o propósito do avivamento. Não existe outro propósito no avivamento que não sejam as almas, e Deus é apaixonado por almas, Deus é apaixonado por pessoas.

Casa do Pão: Qual foi o caminho desde a composição até a gravação no DVD do Diante do Trono em Belém?
Carlos:
Eu compus essa música entre 2001 e 2002, e ministrava a música nos lugares e evento que participava. E Deus manifestava seu poder as pessoas, abençoando. Só que eu não tinha tido contato com os irmãos do Diante do Trono, não os conhecia pessoalmente. Até que eu fiquei sabendo que eles iam gravar aqui em Belém. Inicialmente falaram Manaus e depois que ia ser em Belém. Depois que falaram isso eu participei de um evento lá na Igreja Batista Missionária da igreja que digamos assim foi ser a secretaria da Igreja da Lagoinha aqui em Belém, e eu tenho muitos amigos na igreja missionária, inclusive os pastores e fui até lá. Fui participar de um seminário de intercessão antes da gravação. E lá foi uma benção tremenda. E lá surgiu esse desejo no meu coração de ir até os irmãos do Diante do Trono e mostrar essa canção que Deus tinha me dado. Só que eu fiquei na minha, né. Fui orar pra Deus e fiquei na minha pra saber se era isso mesmo. Até que teve um café da manhã com os pastores e Ana Paula e alguns integrantes do Diante do Trono, uns vinte dias antes da gravação e fui lá nesse café da manhã. O pastor Josué Bengson não pôde ir e eu fui a convite dele, fui de penetra lá. Fiquei junto com os pastores lá, conversando com o pessoal depois fizemos uma oração, os líderes de Belém estavam lá e eu conversei um pouco com o Sérgio Gomes, que é o maestro do Diante do Trono. Conversei um pouco com ele sobre essa canção, que Deus tinha me dado, o direcionamento, a visão que eu tive. E ele falou pra mim de uma forma super educada que queria olhar a música, pra eu gravar e passar pra ele a canção, e eu achei super legal e passei pra ele.

Casa do Pão: E como foi a confirmação da gravação?
Carlos:
Logo depois que eu entrei em contato com eles, eu passei a canção em CD, o Sérgio Gomes foi pra Belo Horizonte pegou toda a gravação e depois ligou pra mim pra gente conversar como seria, se já havia registro ou não. E aconteceu que o registro da música foi feito em Belo Horizonte mesmo, pelo Diante do Trono, e foi uma bênção. A bênção foi tão grande que eu nem esperava que seria a Nívea que fosse cantar.

Casa do Pão: E no momento do show, como foi sentir que um objetivo estava sendo cumprido ali?
Carlos: Eu acredito que estava se cumprindo uma promessa de Deus na minha vida e pra cidade de Belém também. Porque essa canção foi um ato profético, que eu tive pra cidade, pro Estado do Pará e acredito até que pro Brasil.

Casa do Pão: E quem é essa “nova geração de adoradores”? Quais são suas marcas?
Carlos:
É a marca de uma geração comprometida com a Palavra, que ama o Senhor de todo o seu coração, que não abre mão do propósito de servir a Deus, que abomina o pecado e que busca a presença do Senhor. Que é apaixonada por almas, por fazer discípulos.

Casa do Pão: E que fome é essa?
Carlos:
Fome de ver Jesus Cristo voltar. Fome de ser a geração que vai ver o Senhor Jesus voltar.

Casa do Pão: “Essa unção” continua atraindo? Como isso tem acontecido após Casa do Pão?
Carlos:
Acredito que isso seja um projeto, até porque a questão de atrair a presença de Deus fala, no contexto da canção, sobre Belém como celeiro para abençoar a vida de muitas pessoas. E muitas pessoas realmente estão vindo pra Belém pra conhecer aquilo que está acontecendo aqui. Pra você ter uma idéia, hoje o nosso congresso de jovens na Quadrangular é o maior no mundo. Inclusive nós vamos fazer agora o congresso com aproximadamente 9 mil pessoas, não temos nem lugar pra fazer por causa disso. E Deus realmente tem abençoado e eu acredito que o avivamento vai acontecer nesse sentido.

Casa do Pão: E como a pequena Belém vira “celeiro entre as nações”?
Carlos:
Porque Deus levanta as coisas pequenas desse mundo pra confundir as grandes. Eu acredito que Deus levanta cidades pequenas como Toronto, no Canadá - pequena entre aspas, porque hoje ela é muito desenvolvida – mas Deus levanta o avivamento onde Ele quer. Como em Honduras, como em El Salvador, na cidade de Relim, uma das maiores igrejas do mundo, uma cidade pequena que Deus fez um grande avivamento lá. A cidade de Santarém aqui no Pará, onde 10% da população é crente.

Casa do Pão: Pra finalizar uma mensagem para a Casa do Pão da Igreja de Cristo Ministério Nova Terra.
Carlos:
Que esse desejo, essa fome por Deus realmente esteja queimando no coração de vocês. Fazer discípulos é a principal meta do coração de Deus. Deus é apaixonado por pessoas e nós precisamos realmente dar alimento, dar suprimento, pro mundo, para as pessoas que estão precisando conhecer mais de Jesus, que estão nas trevas. E nós temos a oportunidade e o poder e a autoridade de Deus pra abençoar essas pessoas, pra mudar a vida delas. E é isso aí. Que Deus abençoe a vida de vocês e que vocês realmente possam alcançar tudo aquilo que Deus tem sonhado pra vida de vocês. Um grande abraço pra vocês!
Por Marta Cardoso

CASA DO PÃO
Letra e Música: Carlos Cancela

Há uma unção que flui
Do coração de uma nova geração de adoradores
Famintos pra estar na presença do Pai
E poder saciar sua fome
Esta unção nos atrai
Esta unção nos atrai

A Belém, terra do Pão
Cidade de Adoração
Diz o Senhor
De Belém flui a unção
Da Casa do Pão para todo o Brasil
Para todo o mundo

O Senhor te escolheu, Belém
Celeiro entre as nações
O Senhor te ungiu, Belém
Casa do Pão

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domingo, 13 de abril de 2008

Belém é a Casa do Pão

O pão sempre esteve presente em vários momentos de nossas vidas. Desde aquele cheirinho matinal ao sair do forno como nos momentos de comunhão nas ceias, que são descritas nos livros da Bíblia. Nosso salvador, Jesus, nasceu em Belém ou Bethlehem, que em hebraico significa Casa do Pão. Assim como árabes e judeus da Terra Santa, os povos pelo mundo consomem uma grande quantidade de pão. Mas de fato quantos já provaram o pão da vida? Não simplesmente a velha mistura de trigo e água, mas aquele que “... em verdade vos digo: Não foi Moisés que vos deu o pão do céu; mas meu Pai vos dá o verdadeiro pão do céu”, como podemos conferir em João 6:32.

Numa outra Belém, a paraense, banhada pelas águas amazônicas, a Igreja de Cristo Ministério Nova Terra buscou a essência da denominação hebraica. Nada mais inspirador para nós do que acreditar que Ele é o verdadeiro pão, o único capaz de saciar a fome dos que precisam da Palavra. Acreditando nos propósitos Dele para esse lugar o time de padeiros cresce com vigor e alegria.

Quando Moisés alcançava o topo da montanha para falar ao povo de Deus ele tornou-se um dos precursores da comunicação. Afinal ele sabia que a Palavra precisava chegar a muitos. Talvez, se ele fosse nosso contemporâneo, estivesse usando os meios atuais para alcançar multidões. Quem sabe não iríamos colocar aqui um link para o blog do Moisés? Nesse espaço de comunicação nosso propósito não é apenas criar mais uma rede social na web. É principalmente uma estratégia para alcançar pessoas e compartilhar a Palavra. Esse é um dia especial para nós com o lançamento oficial do http://blogcasadopao.blogspot.com , que também terá sua versão impressa. Aqui Ele é o editor, o blogueiro, o padeiro e o pão. Tenha fome junto com a família da Casa do Pão.
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Uma nova vida*

Como nascer novamente? Na linguagem da fé não se trata de um processo físico, pois só se nasce uma vez. Mas sim um nascimento espiritual, um milagre de Deus, um segundo nascimento durante a vida (1). Ao criar o ser humano Deus o fez perfeito e completo, coroa de Sua criação. Imagem e semelhança Sua. Desta forma a obra Dele não estaria completa acaso o ser humano fosse incapaz de tomar decisões, assim como entender as conseqüências de seus atos (2).

Mas a serpente disse, se referindo ao fruto da árvore da ciência do bem e do mal: “... certamente não morrereis. Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal” (3). Mas preferiu o ser humano crer na serpente a crer em Deus, pois lhe faltou fé e obediência à Ele. E por este pecado, o maior de todos – a falta de fé no Deus verdadeiro, o ser humano foi expulso do paraíso. Neste momento fez-se a separação entre Deus e o homem (4).

Foi o momento em que o pecado e todo o mal entraram para a natureza humana e isto lhe causou, por condenação divina, a morte. Isso porque mesmo diante de toda a advertência de Deus o resultado foi a desobediência já que Ele havia sido claro: “Se comeres, certamente morrerás”. Ainda assim o homem, dando ouvidos à serpente, ignorou o aviso e, portanto, mereceu a conseqüente condenação por suas ações.

Salvação – Porém, Deus em Sua infinita misericórdia nos amou a ponto de, mesmo estando nós mortos em nossos pecados, providenciar o meio para que pudéssemos nos salvar da condenação eterna causada por nossos pecados. Mas essa salvação exige que nós venhamos a nascer novamente (5). Mas de que forma podemos passar por este novo nascimento e ter acesso ao reino dos céus?

1º passo: Você deve se reconhecer como um pecador (6). Pois não há pessoa no mundo que não tenha pecados. Você se reconhece como sendo um pecador? Sente que necessita da misericórdia e do amor de Deus?

2º passo: Então Deus pede que você se arrependa de seus pecados (7). Pois “Perto está o Senhor dos que têm o coração quebrantado, e salva os contritos de espírito” (8). Confesse agora os seus pecados a Deus. Apresente-se a Ele com o coração aberto e quebrantado. Arrependa-se sincera e profundamente de seus maus caminhos e entregue o comando de sua vida ao Senhor.

3º passo: Creia que Deus enviou Seu filho unigênito para cumprir a pena que seria sua! (9). Creia profundamente no amor de Deus. Creia profundamente no amor de Jesus Cristo, que veio e pagou com Sua vida na cruz para que você hoje possa ficar livre da condenação eterna e receber graciosamente a vida eterna. E para isso basta crer (10). Deus amou o mundo, e em especial a você completamente, sem restrições, com um amor infinito, em tal proporção que deu seu filho unigênito para que morresse na cruz, para todo aquele que Nele crê, com um coração arrependido e quebrantado, não pereça, mas tenha a vida eterna! Que promessa maravilhosa! Que amor maravilhoso Deis tem por nós!

4º passo: Receba a Cristo como o Senhor de sua vida e faça parte agora da família de Deus: “Mas, todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome” (11). Todos os salvos são parte de uma mesma família, uma família que está destinada a estar ao lado de Deus, gozando de prazeres, delícias e maravilhas indescritíveis por toda a eternidade. E não é necessário nada para receber tão grandioso presente. Basta que você se arrependa dos seus pecados e creia no sacrifício que Jesus fez por você. É isto mesmo, nada do que você tenha feito ou que possa vir a fazer tem qualquer valor para Deus no que concerne à remissão de seus pecados (12).

Coloque neste momento sua fé no único que pode te salvar (13). Entregue o seu caminho ao Senhor Jesus, tranqüilize seu coração e viva uma vida de alegria mesmo nos momentos mais difíceis, encontre enfim a paz que você sempre procurou.

Para refletir: Você tem o direito a uma nova vida!
Oração: Peça ao Senhor perdão e confie sua vida à Ele.

Referências
(1) João 3:5 (2) Gênesis 2:16-17
(3) Gênesis 3:4-5 (4) Isaías 59:2
(5) João 3:3 (6) Tiago 2:10
(7) Lucas 13:5 (8) Salmo 34:18
(9) Romanos 5:8 (10) João 3:16
(11) João 1:12 (12) Efésios 2:8-9
(13) Atos 4:12

(*Palavra compartilhada nas células da Casa do Pão)
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sexta-feira, 11 de abril de 2008

Terra do açai.


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Mangal das Garças - Belém


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segunda-feira, 3 de março de 2008

Em breve estaremos com o blog pronto

Queridos(as), em breve estaremos com o nosso blog pronto, um espaço para comunhão e divulgação da Palavra do Rei.

Contamos com sua visita!

Shalom!
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domingo, 2 de março de 2008

Deus que realiza sonhos!

Esse blog é sinônimo de alegria, de modernidade e acima de tudo de realização de sonhos. Utilizaremos esse mecanismo para levar alimento indepentende das distâncias. Glória a Deus por seus grandes feitos em nossas vidas! A Ele toda glória hoje e sempre.

Somos a Casa do Pão.

Pra. Kênia de Freitas.
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