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segunda-feira, 21 de julho de 2008

Dez anos da Visão dos 12

Uma década marcada pelo romper de uma “nova” estratégia que revolucionou a Igreja, rompeu paradigmas e atingiu maturidade com um crescimento sem precedentes em território brasileiro
por Lilian Bartira, do MIR

A Visão que tem transformado membros em discípulos, discípulos em líderes, e lares em igrejas foi recebida pela sociedade evangélica brasileira apenas como uma inovação da igreja pós-moderna. Entretanto, a novidade se deu com o resgate do velho, focado na essência da igreja primitiva onde os Apóstolos se reuniam de casa em casa com singeleza de coração para levar o evangelho.

Tão antiga quanto o Gênesis, onde Deus fez nascer a Israel os l2 filhos que gerariam as l2 tribos cujos nomes estão inscritos nas l2 portas da nova Jerusalém, a Visão dos 12 reaparece nos Evangelhos, onde Jesus, o Filho, ratifica o invento do Pai, escolhe seus 12 discípulos dentre a multidão e derrama sobre eles os seus ensinamentos forjando em cada um o Seu caráter.

O “velho-novo” modelo despertou em sua fase inicial a curiosidade de muitos, a crítica de tantos outros e o amor de uma igreja chamada Restauração que abraçou intensamente a estratégia tornando-se referência nacional na consolidação dessa ferramenta que prometeria um desatar sobrenatural de crescimento e frutificação.

Contudo faz-se necessário destacar que antes mesmo de conhecer a Visão Celular, o MIR já se constituía um Ministério próspero e reconhecido na cidade de Manaus. “Quando conhecemos a Visão, a Igreja local tinha seis mil membros e os nossos líderes tinham uma boa formação teológica, portanto não convencemos a igreja com discursos, mas com uma convicção sedimentada na prática, através de um modelo, obtendo a aprovação da igreja local”, conta o Apóstolo Terra Nova.

Confiante de que Deus tinha muito que acrescentar ao seu ministério, o Apóstolo Renê Terra Nova se dispôs então a conhecer a Visão Celular no Modelo dos 12 num congresso realizado em julho de 98 na cidade de Bogotá-Colômbia, promovido pela Missão Carismática Internacional, MCI, igreja liderada pelos Pastores César e Cláudia Castellanos.

A expectativa central era adotar a Visão para atingir territórios ainda não alcançados. Criar uma linguagem que rompesse com as barreiras denominacionais e geográficas, gerando uma unidade entre ministérios de todo o país e futuramente de outras nações.

Assim nasceram os Congressos e Encontros. Ainda em julho de 98, o primeiro Encontro foi realizado na capital amazonense com líderes da igreja local. Dois meses depois, cerca de 400 líderes já haviam experimentado do Encontro com Deus que é uma ferramenta importante para a consolidação do novo convertido.

Debaixo de um comando divino, surgiu o primeiro Congresso com o objetivo de abrir a outros líderes e igrejas a poderosa estratégia de evangelismo e discipulado que havia chegado ao Brasil. “Deus ministrou ao meu coração que a Visão deveria correr mais veloz que a corça em território brasileiro. Por isso, apressei-me em realizar o 1º Congresso Internacional da Visão Celular no Modelo dos 12, em abril de 1999, seguindo a agenda do MIR que já promovia há 4 anos, no mesmo período, o Congresso para Pastores e Líderes” afirmou o Apóstolo Renê.

Todavia, o crescimento e a velocidade que a Visão ganhava suscitaram duras retaliações. Líderes se levantaram e com apoio da mídia deturpavam informações acerca dos eventos e da idoneidade do modelo. “Foi lamentável que alguns líderes tomaram partido, criticaram, por não terem compreendido a proposta da Visão. Todos os grandes líderes da igreja celular foram ferrenhamente atacados, alguns até mesmo de forma covarde”, relembra o Apóstolo complementando a seguir: “Gosto da posição madura de alguns líderes que embora não concordando com a Visão, a respeitaram e ainda respeitam”.

Aqueles que assumiram opiniões divergentes e por vezes, preconceituosas não entenderam a mesma como uma ferramenta para uma grande colheita, mas como um nova doutrina a ser inserida na igreja. De acordo com o Apóstolo, o modelo não é doutrinário, mas sim, estratégico, destinado a orientar o crescimento das células e trazer edificação através do discipulado no modelo dos 12.

“A Visão valoriza a família como célula principal, e a igreja recebe um novo ânimo; nada é nocivo ou preocupante. Nessa proposta, não há nada que coloque qualquer ministério em situação delicada. Ela não é proselitista, muito pelo contrário, é uma incentivadora para se ganhar vidas, consolidar, discipular e enviar”. (+) Leia a matéria completa no site do MIR
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