sábado, 24 de janeiro de 2009

Não se acostume com o seu Deus

Buscar traços de histórias que foram soterradas é serviço para os arqueólogos. Coisas grandiosas, glórias, conquistas, povos, tradições, riquezas. Se estava enterrado ou se virou ruína é porque é algo que foi, que era. Que fim levou esses povos, cidades? Ainda hoje é possível ver de perto lugares importantes das cidades bíblicas, incluindo a vegetação da época de Jesus, como o Monte das Oliveiras e a árvore em que Zaqueu subiu.

De Cafarnaum há apenas ruínas; escombros da célebre cidade na margem norte do Mar da Galiléia, que foi palco para inúmeros milagres de Cristo. Foram muitos os prodígios testemunhados por aquele povo, como a cura do criado do centurião, endemoninhados e paralíticos. Vira e mexe Jesus estava por lá com milagres e ensino, como na ocasião em que revelou ser o pão da vida e que devíamos ser como crianças para entrar no Reino dos céus.

Por onde Jesus passava atraia multidões, e as multidões atraiam Jesus. Logo, nada mais estratégico do que estar em Cafarnaum; cidade comercial influente que possuía uma alfândega e era fronteiriça para importantes regiões. Assim, qualquer acontecimento fora do comum seria prontamente conhecido aos arredores.

Cafarnaum testemunhou que Jesus era o Messias, mas se acostumou com a presença dEle e não temeu ao Senhor. Tiveram a boa parte que era a presença do Rei, mas não tiveram compromisso e passaram a encarar os prodígios apenas como mais um milagre.

“E tu, Cafarnaum, que te ergues até aos céus, serás abatida até aos infernos; porque, se em Sodoma tivessem sido feitos os prodígios que em ti se operaram, teria ela permanecido até hoje”. (Mateus 11:23)

Cafarnaum ficou na história, pois deixou de buscar o Senhor, virou as costas e perdeu o temor. É assim com todos que perdem a essência do relacionamento com Jesus.

“Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor”. (Apocalipse 2:4)

“De sorte que, meus amados, assim como sempre obedecestes, não só na minha presença, mas muito mais agora na minha ausência, assim também operai a vossa salvação com temor e tremor”. (Filipenses 2:12)

“Não erreis: Deus não se deixa escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará”. (Gálatas 6:7)

Após perder o temor a pessoa também deixa de buscar, receber de Deus. Acabam se contentando com uma parte e se distanciam da plenitude. No episódio em que uma mulher pecadora ungiu os pés de Jesus, na casa do fariseu, o Senhor foi questionado (Lc 7:36-50). Em resposta Ele mostrou que ao contrário daquela mulher, os outros não queriam honrá-lo, nem tratá-lo como deviam, nem adorá-lo, nem buscá-lo.




Não se acostume com o seu Deus. Não perca o temor. É preciso buscar o Senhor com intensidade. SÓ SE SATISFAÇA COM A PLENITUDE!

“Então conheçamos, e prossigamos em conhecer ao SENHOR; a sua saída, como a alva, é certa; e ele a nós virá como a chuva, como chuva serôdia que rega a terra”. (Oséias 6:3)

Site MANT Belém

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