sábado, 17 de janeiro de 2009

A pessoa do Espírito Santo

Através da Bíblia, o Espírito Santo é revelado como pessoa, com sua própria individualidade. “Portanto, todos nós, com o rosto descoberto, refletimos a glória que vem do Senhor. Essa glória vai ficando cada vez mais brilhante e vai nos tornando cada vez mais parecidos com o Senhor, que é o Espírito”. (2 Co 3:18)

Aqui a palavra “Senhor” quer dizer o Espírito. E onde o Espírito do Senhor está presente, aí existe liberdade (2 Co 3:17).

Se isso é assim, imaginem então quanto maior ainda é o poder do sangue de Cristo! Por meio do Espírito eterno ele se ofereceu a si mesmo a Deus como sacrifício sem defeito. E o seu sangue nos purifica por dentro, tirando as nossas culpas; assim podemos servir ao Deus vivo, pois já não praticamos cerimônias que não valem nada. (Hb 9:14) (1Pe 1:2).

Ele é uma pessoa divina como o Pai e o Filho. O Espírito Santo não é mera influência ou poder. Ele tem atributos pessoais:

Ele pensa - “E Deus, que vê o que está dentro do coração, sabe qual é o pensamento do Espírito. Porque o Espírito pede em favor do povo de Deus e pede de acordo com a vontade de Deus”. (Rm 8:27)

Sente - “Eu peço, irmãos, pelo nosso Senhor Jesus Cristo e pelo amor que o Espírito dá, que me ajudem, orando com fervor por mim”. (Rm 15:30)

Determina - “Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um, individualmente”. (1 Co 12:11)

E tem a faculdade de amar e de deleitar-se na comunhão. Foi enviado pelo Pai para levar os crentes à íntima presença e comunhão com Jesus:

“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não no vê, nem o conhece; vós o conheceis, porque ele habita convosco e estará em vós. Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros. mas o Consolador ... o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito”. (Jo 14.16-18, 26)

À luz destas verdades, devemos tratá-lo como pessoa, que é, e considerá-lo Deus vivo e infinito em nosso coração, digno da nossa adoração, amor e dedicação. “Então, foi ouvida uma voz dos céus: Tu és o meu Filho amado, em ti me comprazo”. (Mc 1:11)
Site MANT Belém

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