quarta-feira, 6 de maio de 2009

Mergulhar no rio de Deus

Se mergulharmos nesse rio, o que irá acontecer? De onde vem essas águas? Como me abastecer dela?

Todo rio tem um início, uma fonte. Assim acontece com esse rio. Sua nascente é conhecida: são águas que saem do trono de Deus, debaixo do altar. Se eu quiser me abastecer dessas águas terei que estar lá – no altar, servindo ao rei.

A sensação? O profeta Ezequiel pôde visualizar:

“Depois disto me fez voltar à porta da casa, e eis que saíam águas por debaixo do umbral da casa para o oriente; porque a face da casa dava para o oriente, e as águas desciam de debaixo, desde o lado direito da casa, ao sul do altar” (Ez 4:7).

Era muita água que ia subindo mais e mais. Quem está ali vive diferentes níveis de profundidade. Chegou uma hora em que não era posível medir, pois só dava para atravessar a nado:

“E saiu aquele homem para o oriente, tendo na mão um cordel de medir; e mediu mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos artelhos.

E mediu mais mil côvados, e me fez passar pelas águas, águas que me davam pelos joelhos; e outra vez mediu mil, e me fez passar pelas águas que me davam pelos lombos.

E mediu mais mil, e era um rio, que eu não podia atravessar, porque as águas eram profundas, águas que se deviam passar a nado, rio pelo qual não se podia passar”
(v3-5).

Para estarmos abastecidos de Deus não basta ter uma botija para levar um estoque de unção para andar por aí e depois voltar para pegar mais. Existe um rio, que deve nos levar, tomar conta de tudo, nos inundando. O Espírito Santo é quem nos conduz.

Não podemos nos acomodar. Quando estiverem medindo, e o nível da água estiver somente nos tornozelos, devemos dizer: “quero mais, quero ser levado por esse rio”!

Quando desejamos e temos sede dessas águas Ele mede mais uma côvada. Foram quatro medidas para que as águas transbordassem. E quando as águas viram rio nós mergulhamos. Ou seja, deixamos tudo para trás pois queremos algo mais profundo.

O que não tem deixado nos jogar no rio de Deus? Quando mergulhamos vamos para onde o rio levar. Isso é só para gente ousada que diz: “me dirige Senhor, quero ser conduzido”!

Quando sou abastecido das águas desse rio eu tenho vida, cura e multiplicação. O rio nutre tudo o que está ao redor. Às margens do rio havia grande abundância de árvores. As águas desciam pelo deserto, entrando no mar.

Quem entrar nesse rio, viverá.
“... e haverá muitíssimo peixe, porque lá chegarão estas águas, e serão saudáveis, e viverá tudo por onde quer que entrar este rio” (v9).

Os pescadores tem onde estender suas redes:
“o seu peixe, segundo a sua espécie, será como o peixe do mar grande, em multidão excessiva” (v10).

De um lado a outro do rio, pelas margens
“... nascerá toda a sorte de árvore que dá fruto para se comer; não cairá a sua folha, nem acabará o seu fruto; nos seus meses produzirá novos frutos, porque as suas águas saem do santuário; e o seu fruto servirá de comida e a sua folha de remédio” (v12).

São as mesmas águas que nutrem a videira. “Num bom campo, junto a muitas águas, estava ela plantada, para produzir ramos, e para dar fruto, a fim de que fosse videira excelente” (Ez 17:8).
Site MANT Belém

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