terça-feira, 5 de maio de 2009

Quem é Jesus para você?

O que responder a Jesus? A opinião pública diz muitas coisas. Uns dizem que é um curador, pregador, psicólogo, abençoador, ajudador, resolvedor. Ele sempre foi seguido por dois públicos – a multidão e os discípulos.






“Quem dizem os homens ser o Filho do homem?
E eles disseram: Uns, João o Batista; outros, Elias;
e outros, Jeremias, ou um dos profetas”
“E vós, quem dizeis que eu sou?” (Mt 16:13-15)

A multidão vê em Jesus aquele que poderá dizer: “seus problemas acabaram!”. São muitos os que sentem a necessidade de preencher seu lado espiritual. São muitos os que encontram em Jesus a possibilidade de receber algum benefício.

Há sempre dois grupos. Mas foi olhando para os discípulos que Jesus perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Não interessava a Ele saber o que a opinião pública dizia a Seu respeito. Ele queria saber, afinal, o que representava para aqueles que o seguiam de perto.

É com os discípulos que Jesus ceia e tem comunhão. A eles Jesus se faz conhecer – os que de fato querem ser discípulos e que buscam primeiramente o reino de Deus e Sua justiça, confiantes de que todas as demais coisas lhes serão acrescentadas (Lc 12:31).

Deus
“Eu e o Pai somos um” (Jo 10:30)

Filho
“Todas as coisas me foram entregues por meu Pai, e ninguém conhece o Filho, senão o Pai; e ninguém conhece o Pai, senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar” (Mt 11:27).

Salvador
“Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2:11).

Senhor
“A palavra que ele enviou aos filhos de Israel, anunciando a paz por Jesus Cristo (este é o Senhor de todos)” (At 10:36).

A real identidade é dada aos discípulos. Sem ter sua majestade diminuída Jesus ainda deu exemplo de humildade, nos ensinando a servir, quando lavou os pés dos discípulos (Jo 13:1-17).

“Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo”, respondeu Pedro (Mt 16:16). O reconhecimento da real identidade de Jesus gera atributos em nossas vidas:

Serei bem-aventurado
“E Jesus, respondendo, disse-lhe: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque to não revelou a carne e o sangue, mas meu Pai, que está nos céus” (v17).

Jesus autentica o meu chamado
“Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (v18).

O Senhor ministra autoridade
“E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus” (v19).

Tudo isso acontece quando eu sei quem Ele é.




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