segunda-feira, 29 de junho de 2009

Nova casa da Casa do Pão

"As pessoas fazem muitos planos,
mas quem decide é Deus, o SENHOR" (Provérbios 19:21)



A Casa do Pão comemorou (oficialmente) nos últimos dois dias o aniversário de dois anos. Primeiro com o show de Mylla Karvalho no sábado (27) e com a grande inauguração da nova sede no Guamá no domingo (28).

Quando a Palavra revelou que a glória da segunda casa seria maior que na primeira nós ficamos empolgados. Não sabemos agora o que acontecerá com a terceira. Estávamos lá, com nossos pastores Nirson e Kênia, nossos bispos Valdemir e Margareth, os padeiros e as novas ovelhas. E claro, o Espírito Santo.

Os que, mesmo de longe, acompanham nossa trajetória, comemoram junto e querem saber de tudo o que está acontecendo. Perdoem por não conseguir registrar tudo isso de uma forma usual, como um relatório. Então vamos contando os fatos, desse jeito que a gente se acostumou por aqui, como testemunhas. Durante a semana a gente vai contando, com texto e fotos, não se preocupem.

A Palavra diz que seremos testemunhas de Jesus (Atos 1:8). Quem testemunha é porque viu, ouviu ou vivenciou algo da qual pode falar aos outros. Mas afinal, o que iremos ver e testemunhar?

Tenho visto muito pouco com essa visão embaçada. Percebi isso quando cheguei na igreja, na oração de sexta-feira e fui procurar o meu pedacinho de chão para me prostrar. De tão mecânico nem percebi que aquele pedacinho parecia o mesmo, mas ao redor muita coisa havia mudado. A igreja, o bairro, as dimensões...

Foi quando interrompi os meus clamores para olhar para tudo o que Deus já fez e agradecê-lo. Tentei contar quantos salões da primeira igreja, a estreitinha, caberiam na nova. Olhava para o teto que Ele fez, o gesso, a madeira. Cada prego que Ele colocou em seu devido lugar.

“Eu quero te ver”, declarei. Olhei para a minha mão e vi Deus manifesto, por ter desenhado cada digital, como sinal de minha identidade exclusiva. Vi o Senhor na cadeira de plástico perto de mim e em tudo o que precisou acontecer durante os séculos para que ela pudesse existir hoje, esperando uma nova vida salva sentar nela. Ontem, havia poucas dessas incríveis cadeiras, para a quantidade de pessoas, cada uma com as suas digitais.

Vi Deus nas bandeiras penduradas. Estava lá na bandeira de Belém, com suas frases proféticas, os símbolos da fertilidade da terra e um sol brilhante, como o próprio Senhor.

O vi na bandeira do Pará. A estrela na faixa branca já não representava aquela que aparece solitária na bandeira nacional. Para mim era a Estrela da Manhã, trazendo a luz por onde passa e tomando conta do Pará.

Na do Brasil Ele estava lá, no verde e azul, pois criou os céus e a terra. No amarelo também pois é dono do ouro. Olhei a circunferência estrelada como aquilo que realmente representa, as federações brasileiras. Lembrei da ordem: “conte as estrelas”.

Estava treinando o meu olhar. Não é normal orar de olho aberto, mas acho que é pela necessidade de ser uma testemunha. Daquela que já pode ver o que foi feito pelas mãos do Pai, que não foram poucas. Daquelas que está de olhos atentos para tudo o que ainda vai fazer. É mais do que um prédio, um endereço, estatísticas. É mais do que qualquer festa, qualquer data. É mais do que uma grande reunião.

Ele usa a nossa mão, mas a caneta é Dele, a história é Dele! Que nossos olhos estejam treinados, como fez Abraão olhando para o céu. Por ora vamos olhando para o Guamá, para Belém - a Casa do Pão.
Site MANT Belém

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