quinta-feira, 10 de junho de 2010

Livres pelo perdão

Todas as nossas orações são ouvidas por Deus, exceto em uma situação: “Se eu atender à iniqüidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá” (Salmos 66:18). Quando estamos cheios de coisas más no coração, Deus não nos ouve. Entre elas estão os ressentimentos, que não devem ocupar o nosso coração, mesmo que julguemos serem justificáveis.

É comum que alguém ressentido fique esperando o arrependimento da outra pessoa para perdoá-la. Alguns ficam até esperando que algo ruim aconteça com o outro. Só que o perdão não deve ser algo que dependa de outra pessoa – é um assunto entre você e Deus.

Remoer uma questão dentro de si é o mesmo que se alimentar de amargura. A cada vez que a questão é lembrada vai se acrescentando algo àquela mágoa. A falta de perdão produz fortalezas espirituais. Todo ressentimento guardado vira uma fortaleza: basta entrar no coração.

É como diz a Palavra: “Porque de quem alguém é vencido, do tal faz-se também servo” (II Pedro 2:19). Assim, se alguém lhe atingir, você será escravo dele. Antigamente, nas batalhas, o perdedor virava escravo do outro. Da mesma forma, se o ressentimento entrou no seu coração você é o perdedor. Nessa escravidão aquela pessoa passa a fazer parte da sua vida, faz parte, negativamente, dos seus sentimentos. Tudo o que ela faz te fere, porque você é escravo dela.

“... e, se ainda podes ser livre, aproveita a ocasião” (I Coríntios 7:21).

Devemos sempre aproveitar as oportunidades para nos libertar. Não devemos ser escravos de homens, pois essa é, na verdade, escravidão da alma. A Palavra nos ensina que não devemos desejar ser refém nem escravo de ninguém.

“Porque não recebestes o espírito de escravidão, para outra vez estardes em temor, mas recebestes o Espírito de adoção de filhos, pelo qual clamamos: Aba, Pai” (Romanos 8:15).

“... e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão” (Gálatas 5:1)
Existe a possibilidade de voltarmos a ser escravos, através dos nossos sentimentos. Todo aquele que ainda não liberou perdão para alguém se sente a vítima da situação e alimenta o sentimento de auto-piedade.

Quem não libera perdão não pode cuidar bem de si mesmo, pois seus pensamentos estão naquela mágoa. E quem alimenta mágoas não pode alimentar sonhos, já que vive no passado – um passado dolorido. Já o perdão traz alívio e paz.

Deus é o nosso exemplo:
“... torne para o nosso Deus, porque grandioso é em perdoar” (Isaías 55:7);

O perdão tem duas faces:
“Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas” (Mateus 6:14-15).

Perdão não tem limite:
“E, se pecar contra ti sete vezes no dia, e sete vezes no dia vier ter contigo, dizendo: Arrependo-me; perdoa-lhe” (Lucas 17:4).

Assuntos que magoaram não devem ser remoídos:
“O que encobre a transgressão adquire amor, mas o que traz o assunto à baila separa os maiores amigos” (Provérbios 17:9).



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Um comentário:

Andre Luiz disse...

Sou grato a Deus por esta palavra..mudou a minha vida...!


André Luiz
Aracaju - Sergipe

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